sexta-feira, 26 de junho de 2009
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Lula exercita o oportunismo
Os absurdos continuaram a medida que ele abria a boca. Garantiu que os empresários não repassam a desoneração tributária nos preços finais dos produtos. Lula adora mentir diante de sua plateia preferida: a população, vamos dizer, "desavantajada" de informação. Para tipos como Lula é importante manter seus eleitores na ilusão. Éfácil fazê-los acreditar nas promessas mentirosas e descaradas.
Além de hostilizar os empresários, ele se aproveita da falta de conhecimento de muitos brasileiros e do descrédito político, para posar de grande salvador. Lula está pouco se lixando quanto a repassar dinheiro aos pobres. O fato é que por causa das medidas de desoneração tributária - bastante tímidas na verdade - e por causa da crise financeira, a arrecadação dimunuiu e está obrigando o governo a cortar gastos. E não há mal nenhum nisso. Ocorre que o dinheiro arrecadado pelo governo não vai para "os pobres", serve para alimentar a máquina ineficaz do funcionalismo petista.
Tomemos como exemplo a medida de redução de impostos sobre veículos (IPI), os preços ao contrário do que Lula disse, caíram sim e as vendas aumentaram. Acontece que na cabeça oportunista de Lula e seus aliados, custa a entrar a verdade básica: com menos impostos o preço dos produtos cai, as vendas aumentam e esse aumento nas vendas contribui para elevar a arrecadação de impostos.
O governo brasileiro gasta muito e gasta mal. A CPMF que Lula garante que ia para a saúde, servia na verdade para pagar os juros da dívida do governo.
Lula mente de maneira absurda, a diferença é que faz isso para uma plateia que sabe que não irá incomodá-lo com fatos. Conveniente, não? No subtexto o que o Lula diz na verdade é "mais impostos é bom pra mim".
terça-feira, 23 de junho de 2009
Celso Amorim: é zorrilho na cabeça!

Em entrevista ao programa Roda-Viva da TV Cultura, Celso Amorim, Ministro de Relações Exteriores do Governo Lula, reafirmou a defesa feita pelo Presidente à legitimidade das eleições do Irã. O Lula garante que a porcentagem de 63% dos votos comprova que a eleição foi limpa, pois a diferença entre o vencedor e o perdedor foi muito grande. Parece até piada. Levando-se em consideração que no Cazaquistão, país recentemente visitado por Lula, o mesmo presidente está no poder desde 1990 e se reelege com 90% dos votos. Essa tese de diferença grande de votos normalmente tem o efeito contrário ao que Lula prega, servindo para comprovar fraudes descaradas.
sábado, 20 de junho de 2009
Mais armas significam menos crimes
http://www.armaria.com.br/maisarma.htm
Artigos por John R. Lott Jr. (em inglês) clique no link abaixo
http://www.lewrockwell.com/lott/lott-arch.html
Entrevista com John R. Lott Jr (em inglês) clique no link abaixo
http://www.press.uchicago.edu/Misc/Chicago/493636.html
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Explanando
"Quando a corrupção é praticada pelos outros, os petistas a criticam, quando a corrupção é praticada por eles, os petistas a justificam".
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Lula, o ético
Nos últimos dias, Sarney foi acusado de receber auxílio moradia de R$3.800, apesar de ter residência própria em Brasília, encher o Senado de parentes e esconder nomeações através de atos secretos. Lula tem razão, Sarney está trabalhando para fortalecer o Senado.
Discursando no conselho de direitos humanos da ONU, Lula garantiu que a diplomacia brasileira não defende nem dá prioridades à ditaduras, para logo em seguida dizer que não vê nada de errado com as eleições do Irã, na contramão de diversos líderes europeus e do povo Iraniano. Fechou com chave de ouro ao comparar os protestos da oposição iraniana a um jogo entre Flamengo e Vasco. Talvez no último jogo entre os times tenham morrido sete pessoas, como até agora morreram nos protestos no Irã. Ainda emendou que o Brasil não se importaria de receber o "presidente" Iraniano e que tem interesse em construir parcerias com o país. Um homem que realmente sabe do que está falando.
Ao comentar sobre a crise do Senado, Lula pontuou: "é importante pensar na preservação das instituições e separar o joio do trigo". Pelo menos Lula já deixou claro em qual lado ele se encaixa.
Podem aplaudir, carregadores de bandeira.
Leia abaixo a ridícula entrevista que José Sarney concedeu ao jornal Folha de São Paulo, publicada na edição de ontem.
Sarney diz que não errou e que não deixa presidência
Acuado por uma série de desvios administrativos dentro do Senado, o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), 79 anos, afirma que não errou ao indicar parentes para cargos na Casa e que não irá renunciar. Diz, sem citar nomes, suspeitar de sabotagem interna.Considera necessário mudar regras, mas afirma que erros praticados no passado podem ficar sem punição, pois "cada um deve julgar o que fez de errado e de certo". Inquieto, mexendo os joelhos de maneira intermitente enquanto estava sentado em um sofá em seu gabinete, Sarney afirmou que vai "exercer [o cargo] até o fim".
A onda de escândalos no Congresso, que se intensificou na Legislatura iniciada em fevereiro, atingiu Sarney em cheio nos últimos dias. Rebate todas as acusações. Reafirma não ter percebido que recebia R$ 3.800 de auxílio-moradia por mês. A nomeação de um neto teria sido à sua revelia. Sobre as sobrinhas, considera não haver erro.
Durante 55 minutos de entrevista, o senador maranhense que se elege pelo Amapá tomou apenas meio copo de água. No meio da atual onda de escândalos, relata ter chegado a uma conclusão: "Há uma tendência de buscar democracia direta. Tudo aponta nesse sentido".
FOLHA - Como o sr. avalia a onda de escândalos envolvendo o Senado e o sr.?
JOSÉ SARNEY - A vida sempre me reservou desafios. A crise da democracia representativa está atingindo todos os Parlamentos no mundo inteiro.
FOLHA - Por culpa de quem?
SARNEY - A notícia em tempo real transformou o Parlamento, ele fica quase envelhecido. Em face disso há uma divergência de saber quem realmente representa o povo. É a mídia eletrônica, são as ONGs, é a sociedade civil ou os representantes eleitos? Esse é o grande problema que estamos vivendo.
FOLHA - O sr. contratou a Fundação Getúlio Vargas para fazer uma reforma administrativa no Senado. Agora, o sr. também tem aparecido em meio a acusações de comportamento impróprio. O que aconteceu?
SARNEY - Olha, eu acho que eu tenho um nome que deve ser julgado com respeito pelo país. Eu tenho uma biografia, nunca alguém associou minha vida pública ao nepotismo. Os fatos que colocaram estou mandando examinar. O que estiver errado, se corrija. Se eu tiver algum erro, eu sou o primeiro a corrigir. Mas acho que nunca conduzi de outra maneira que não fosse com correção.
FOLHA - E o caso do seu neto, contratado pelo senador Epitácio Cafeteira (PTB-MA)?
SARNEY - Depois de eu ter sido tudo, se eu fosse acusado de ter nomeado um neto era realmente um julgamento que seria injusto. Eu não pedi ao senador. Disse isso e ele confirmou. E, se ele tivesse me consultado, teria sido o primeiro a dizer não.
FOLHA - Quando o sr. soube, qual foi sua reação?
SARNEY - Ele próprio saiu. Já era um problema a ser administrado pelo Cafeteira. O que a imprensa tem de entender é que aqui dentro do Senado temos 81 repartições. Cada senador é o chefe do seu gabinete. Quem nomeia é ele.
FOLHA - Seu neto saiu por conta do nepotismo, mas entrou no lugar a mãe dele. O sr. soube disso?
SARNEY - Eu não sou responsável pelo gabinete do Cafeteira.
FOLHA - O que o sr. acha da afirmação do senador Cafeteira de que nomeou seu neto por dever favores a seu filho, Fernando Sarney?
SARNEY - Você acha que eu, como presidente do Senado, tenho minha biografia, vou discutir uma coisa dessa? Não vou discutir um assunto desse. Minha resposta para vocês é essa.
FOLHA - E os outros casos relacionados ao sr.: duas sobrinhas empregadas em gabinetes de senadores, de Roseana Sarney (PMDB-MA) e de Delcídio Amaral (PT-MS).
SARNEY - Esse é um caso que está sendo estudado, porque parece que ele foi colocado agora. Eu pedi para ser investigado. Eu acho que há uma certa armação no caso da Roseana, na publicação de que foi ato secreto. Esse problema, que não é meu, a chefe de gabinete dela diz que os dados não conferem. Está sendo analisado.
FOLHA - E do Delcídio?
SARNEY - Do Delcídio, eu realmente pedi a ele, uma sobrinha da minha mulher, funcionária de carreira do Ministério da Agricultura, mudou-se para Mato Grosso do Sul, pedi que ela fosse requisitada para trabalhar no gabinete dele. Eu acho que não tem nenhum erro em ter feito esse pedido a ele.
FOLHA - Há atos secretos?
SARNEY - Estou convencido de que há muitas falhas, que pode ter havido não publicações. Vamos examinar.
FOLHA - O ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia disse que os senadores conheciam os atos secretos. É correta a afirmação?
SARNEY - Eu nunca soube.
FOLHA - Mas o que aconteceu? Os atos não eram públicos...
SARNEY - Não sei. Isso nós estamos tentando apurar.
FOLHA - Quando Agaciel deixou a direção-geral do Senado, o sr. o saudou pelos serviços prestados. Mantém a mesma opinião sobre ele?
SARNEY - É um assunto de ordem pessoal, de valor, que acho que não cabe numa entrevista.
FOLHA - Até agora, nenhum congressista foi punido e poucos devolveram dinheiro gasto indevidamente. Isso não produz uma sensação de impunidade?
SARNEY - A população pode até contestar a validade do Congresso. A democracia não vive sem Parlamento. E Parlamento fraco, desmoralizado, é desejo de segmentos da sociedade.
FOLHA - Esse enfraquecimento não ocorre por causa da resposta tímida dos congressistas? No episódio do auxílio-moradia pago indevidamente, inclusive ao sr., não seria o caso de todos devolverem o dinheiro?
SARNEY - Nunca tinha recebido auxílio-moradia. Recebi por oito meses. Mandei interromper ao saber. Quanto aos outros, cada um fará o seu julgamento.
FOLHA - O sr. devolveu o dinheiro ao Senado?
SARNEY - Vou ressarcir. Está em estudo como é que se deve proceder. Isso será um gesto pessoal, meu.
FOLHA - Os outros estão obrigados a devolver o dinheiro?
SARNEY - Não. Isso é uma decisão pessoal. Acho que é da lei. Eles estão usufruindo benefício que é extensivo ao funcionário público de maneira geral.
FOLHA - O Congresso é o maior responsável pela crise?
SARNEY - Sim, claro que o Congresso tem responsabilidade. Estamos num período de exaustão do modelo de democracia representativa. Há uma tendência de buscar uma democracia direta. Tudo aponta nesse sentido.
FOLHA - O sr. se arrepende de sua candidatura a presidente do Senado? Pensou em renunciar?
SARNEY - Não. Minha vida foi sempre feita de desafios. Vou exercer até o fim.
FOLHA - De todos os desvios que estão acusando o sr., qual o sr. considera erro mais grave?
SARNEY - Não tenho nenhuma responsabilidade sobre o auxílio-moradia. No caso da minha sobrinha, eu estou assumindo. Não cometi erro nenhum. Querer julgar toda a minha vida por eu ter pedido por uma sobrinha de minha mulher, acho extremamente errado, uma injustiça em relação a mim. Eu deveria ser julgado com mais respeito. Sou o parlamentar mais antigo neste país. Estou fazendo um esforço grande na minha idade.
SARNEY - Não descarto essa hipótese. Até porque falam dos atos secretos, mas só aparecem os meus. Não tenho provas.
Por FERNANDO RODRIGUES
VALDO CRUZ
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Governo Lula: Transparente como petróleo
terça-feira, 9 de junho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Vende-se esse possante

Francenildo, o bode do PT

domingo, 7 de junho de 2009
O tucano alucinógeno

| Melhora indiscutível | |
| Os indicadores comprovam que a privatização gerou ganhos de eficiência, de qualidade de serviços e de número de empregos em diversos setores e empresas. Confira como era e como ficou | |
SETORES | |
| Siderurgia | |
| Investimentos | |
| (em bilhões de dólares) | |
| 1991 | 0,3 |
| 2005 | 1,9 |
| Produtividade | |
| (em toneladas por trabalhador por ano) | |
| 1991 | 188 |
| 2005 | 377 |
| Empregos | |
| 1991 | 69000 |
| 2005 | 95100 |
| Telefonia | |
| Telefones fixos e celulares em uso | |
| (em milhões) | |
| 1997 | 23 |
| 2006(2) | 137 |
| Preço da linha telefônica fixa | |
| (em dólares) | |
| 1997(1) | 4000 |
| 2006(2) | Zero |
| Empregos | |
| 1997 | 91000 |
| 2006(2) | 316500 |
| (1) Média nacional no mercado paralelo (2) Em agosto | |
| Distribuição de energia elétrica | |
| Interrupções no fornecimento de luz | |
| (em vezes por ano) | |
| 1997 | 21 |
| 2005 | 12 |
| Total de residências atendidas | |
| 1997 | 92% |
| 2005 | 97% |
| Empregos | |
| 1997 | 65300 |
| 2005 | 115000 |
| Obs.: os dados referem-se exclusivamente às empresas privatizadas de cada setor. Nos setores em que houve grande terceirização de atividades (siderurgia, telefonia, ferrovias), são considerados os totais de empregos diretos e indiretos após a privatização | |
SETORES | |
| Ferrovias | |
| Volume transportado | |
| (em milhões de toneladas por quilômetro) | |
| 1992 | 218 |
| 2005 | 392 |
| Investimentos | |
| (em bilhões de reais) | |
| 1996 | 0,3 |
| 2005 | 3,3 |
| Empregos | |
| 1992 | 42100 |
| 2005 | 30200 |
| Portos | |
| Preço para movimentação de contêineres(1) | |
| (em dólares) | |
| 1993 | 600 |
| 2005 | 288 |
| Movimentação de contêineres(1) | |
| (em toneladas por hora) | |
| 1993 | 13 |
| 2005 | 29 |
| Movimentação de carga(2) | |
| (em milhões de toneladas por ano) | |
| 1993 | 257 |
| 2005 | 411 |
| (1) Nos terminais privados de Santos (2) Nos terminais privados de todo o país | |
EMPRESAS | |
| Vale do Rio Doce | |
| Investimentos | |
| (em bilhões de dólares) | |
| 1997 | 0,4 |
| 2006(1) | 4,6 |
| Valor de mercado | |
| (em bilhões de dólares) | |
| 1997 | 8 |
| 2006(1) | 60 |
| Empregos | |
| 1997 | 11000 |
| 2006(1) | 40000 |
| (1) Antes da aquisição da Inco | |
| Embraer | |
| Resultado | |
| (em milhões de reais) | |
| 1994 | -321 |
| 2005 | 709 |
| Número de aviões entregues no ano | |
| 1994 | 4 |
| 2005 | 141 |
| Empregos | |
| 1994 | 6100 |
| 2005 | 17000 |
| Obs.: os dados referem-se exclusivamente às empresas privatizadas de cada setor. Nos setores em que houve grande terceirização de atividades (siderurgia, telefonia, ferrovias), são considerados os totais de empregos diretos e indiretos após a privatização | |
| Fontes: IBS, Anatel, Abradee, ANTF, Antaq,Vale do Rio Doce, Embraer, ABCR, Abiquim e BNDES | |
| A lista das estatais |
| Na esfera federal, o Brasil conta com 135 empresas estatais. Há ainda dezenas de controladas por estados e municípios |
| Transportes Poderiam ser privatizados pelo menos 10 500 km de rodovias federais, operadoras metroviárias em várias capitais e oito companhias de gestão dos portos |
| Setor elétrico As estatais ainda respondem por 34% da distribuição de energia elétrica no país. Na geração, 72% das empresas são estatais, a maioria sob o guarda-chuva da Eletrobrás |
| Bancos e resseguro O governo federal administra sete bancos, entre eles Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, e o IRB, instituto que detém o monopólio dos resseguros no país |
| Saneamento Apenas 5% das empresas do setor são privadas.A maioria das concessões de serviços está nas mãos de empresas estaduais e municipais |
| Petrobras Maior empresa do país, a Petrobras vale cerca de 90 bilhões de dólares na bolsa e tem 48 subsidiárias, como a BR. O governo federal detém 23% do capital do grupo |
| Correios Com o monopólio de distribuição de correspondências, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos teve faturamento bruto de 3,4 bilhões de dólares em 2005 |

sexta-feira, 5 de junho de 2009
Miopia jornalística

A notícia foi escrita pela redação da Folha e a frase sugere uma certa hipocrisia do governo de Israel, pois como pode Israel criticar o governo vizinho se ele próprio é o único país do Oriente Médio a possuir bombas atômicas? O que talvez falte dizer na notícia é que Israel, é A ÚNICA DEMOCRACIA DO ORIENTE MÉDIO e que o Irã possui um governo extremista que usa a religião para pregar ABERTAMENTE a destruição do estado judaico, além de ser um dos principais financiadores dos grupos terroristas, Hizbollah e Hamas.
Como pode Israel ter confiança em um programa nuclear de um país como esse? É comum criticar o estado de Israel e fazer vista grossa às atitudes das ditaduras que o cercam. Um erro grosseiro que sempre que possível precisa ser corrigido e lembrado.
Em um artigo publicado no Wall Street Journal em 18 de março de 2009, a estudiosa Nonie Darwish, autora do livro "Cruel and usual punishment", e que cresceu na faixa de Gaza e no Cairo declara: "a mídia tende a atribuir o declínio de Gaza exclusivamente às ações militares e econômicas de Israel contra o Hamas. Mas tal análise miópica ignora a principal causa do problema: sessenta anos de política árabe centrada em estabelecer o status do povo palestino como refugiados sem estado para usar o seu sofrimento como uma arma contra Israel". A matéria na íntegra está aqui.
A mídia brasileira ainda é ingênua demais para enxergar os fatos. Talvez seja uma boa hora de marcar uma consulta com um oculista. A Folha de São Paulo devia deixar os princípios que regem o jornal mais claros para sua própria redação: "realizar um jornalismo crítico, apartidário e pluralista. Do ponto de vista político sustenta a democracia representativa, a economia de mercado, os direitos do homem e o debate dos problemas sociais colocados pelo subdesenvolvimento".
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Paizão Lula e o suco de abobrinha

Lula é mesmo incrível. Ele se supera. Consegue manter sua metralhadora de abobrinhas disparando sempre, sem nunca esquentar. Nos últimos dias soltou rajadas incríveis. Sobre o terceiro mandato: "... é muito engraçado que as críticas que fazem aos presidentes da América Latina que querem um terceiro mandato não se fazem aos primeiros-ministros na Europa que ficam 16 anos ou 18 anos”.
Pobre coitado, devia voltar para a 5a série, ou conseguir um professor particular que explique a ele, por meio de figurinhas para o nível intelectual de uma criança do jardim de infância, a diferença entre PRESIDENCIALISMO e PARLAMENTARISMO. Mas ele não parou por aí, sua metralhadora segue descarregando. Sobre a briga que o Carlos "Coletinho Jamaicano" Minc anda arranjando com os outros ministros: "Toda vez que o pai sai de casa", explicou o presidente, "a meninada faz mais algazarra do que deveria".
É tão cara-de-pau que nem ruboriza ao declarar abertamente sua posição de Paizão. A política brasileira volta aos mais baixos tempos de paternalismo descarado. Alguém por favor, enfie Lula em uma máquina do tempo e mande-o de volta aos tempos do Paizão Getúlio.
Mas Lulão papaizão fechou com chave de ouro ao se referir ao acidente do voo da Air France: “Um país que acha petróleo a 6 mil metros de profundidade pode achar um avião a 2 mil”. O trapalhão consegue espremer suco de abobrinha nacionalista até de uma tragédia, mostrando um tremendo desrespeito às vítimas de um acidente aéreo em que morreram 228 pessoas. O pobre ignorante diria algo assim se alguns de seus familiares estivesse à bordo? Bem, paizão Lula, combinamos o seguinte: Colocamos você em um escafandro da Petrobrás e o soltamos em alto mar para que o senhor mergulhe à 2 mil metros de profundidade a procura das vítimas. A propósito paizão, pode nos descolar as chaves do carro?
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Lula e sua claque

Em notícia publicada na edição de 31 de maio, a Folha de São Paulo informou que a popularidade do presidente Lula voltou ao patamar que estava antes da crise, 69% avaliam o governo Lula como ótimo/bom. Isso significa que Lula é um gênio político, certo? ERRADO!
Na mesma edição a Folha de São Paulo também informa que a publicidade do governo Lula alcança 5.297 meios de comunicação. Uma alta de 961% em relação ao número de veículos que recebiam publicidade do governo em 2003. A propaganda é especialmente concentrada em meios de comunicação de segundo e terceiro escalões.
Lula está em campanha constante e aproveita qualquer oportunidade para engrandecer seus atos, chegando inclusive a fazer discursos dentro da igreja em Domingo de Páscoa. Com a vantagem que Lula tem sempre atrás de si as matracas do petismo, que repetem cegamente qualquer babaquice que o "grande líder" diga. O raciocínio de um petista funciona no máximo para justificar o que é dito pelos líderes partidários e nunca para contestá-los.
Aplaudem cegamente as tiradas geniais do presidente Lula, como por exemplo, " A grande maioria de nossas importações vem de fora do país". Ou então melhor ainda "É tempo para a raça humana entrar no sistema solar". Mas ainda temos, "Só o que cai no Brasil é o salário" ou "... o combate a ética vai continuar". Não é à toa que o cérebro dos petistas já virou uma geléia.
Lula está prestes a inaugurar um blog, uma página no Twitter e um canal no You Tube. Bom, com toda essa sabedoria, talvez seja uma boa ideia. Quem sabe quando o Lula deixar o poder, deem a ele um quadro no Zorra Total? Porque como diria o presidente "Quando se aposentarem, por favor, não fiquem em casa atrapalhando a família, tem que procurar alguma coisa para fazer".
O medo maior é que ele cumpra com o que disse ao presidente da Costa Rica, "Eu fui agora ao Gabão aprender como é que um presidente consegue ficar 37 anos no poder e ainda se candidatar a reeleição".

