quinta-feira, 4 de junho de 2009

Paizão Lula e o suco de abobrinha


Lula é mesmo incrível. Ele se supera. Consegue manter sua metralhadora de abobrinhas disparando sempre, sem nunca esquentar. Nos últimos dias soltou rajadas incríveis. Sobre o terceiro mandato: "... é muito engraçado que as críticas que fazem aos presidentes da América Latina que querem um terceiro mandato não se fazem aos primeiros-ministros na Europa que ficam 16 anos ou 18 anos”.

Pobre coitado, devia voltar para a 5a série, ou conseguir um professor particular que explique a ele, por meio de figurinhas para o nível intelectual de uma criança do jardim de infância, a diferença entre PRESIDENCIALISMO e PARLAMENTARISMO. Mas ele não parou por aí, sua metralhadora segue descarregando. Sobre a briga que o Carlos "Coletinho Jamaicano" Minc anda arranjando com os outros ministros: "Toda vez que o pai sai de casa", explicou o presidente, "a meninada faz mais algazarra do que deveria".

É tão cara-de-pau que nem ruboriza ao declarar abertamente sua posição de Paizão. A política brasileira volta aos mais baixos tempos de paternalismo descarado. Alguém por favor, enfie Lula em uma máquina do tempo e mande-o de volta aos tempos do Paizão Getúlio.

Mas Lulão papaizão fechou com chave de ouro ao se referir ao acidente do voo da Air France: “Um país que acha petróleo a 6 mil metros de profundidade pode achar um avião a 2 mil”. O trapalhão consegue espremer suco de abobrinha nacionalista até de uma tragédia, mostrando um tremendo desrespeito às vítimas de um acidente aéreo em que morreram 228 pessoas. O pobre ignorante diria algo assim se alguns de seus familiares estivesse à bordo? Bem, paizão Lula, combinamos o seguinte: Colocamos você em um escafandro da Petrobrás e o soltamos em alto mar para que o senhor mergulhe à 2 mil metros de profundidade a procura das vítimas. A propósito paizão, pode nos descolar as chaves do carro?

Nenhum comentário:

Postar um comentário